“Quanto tempo vai ficar? Preparo um café ou minha vida?”
— August, 1999. (via construindoversos)
“Quanto tempo vai ficar? Preparo um café ou minha vida?”
— August, 1999. (via construindoversos)
“Se eu demorar, me espera. Se eu te enrolar, me empurra. Se eu te entregar, aceita. Se eu recusar, me surra. Se eu sussurrar, escuta. Se eu balançar, segura. Se eu gaguejar, me entende. Se eu duvidar, me jura. Se eu for só teu, me tenha. Se eu não for, me larga. Se eu te enganar, descobre. Se eu te trair, me flagra. Se eu merecer, me bate. Se eu me mostrar, me veja. Se eu te zoar, me odeia. Mas se eu for bom, me beija. Se tú tá bem, eu tô. Se tú não tá, também. Não tô legal, não tô. Pergunto: o quê que tem? Tú diz que tá tranquila, mas eu sei que não tá. Tú tá bolada, filha. Vamô desembolar. Se eu te amar, me sente. Se eu te tocar, se assanha. Se eu te olhar, sorri. Se eu te perder, me ganha. Se eu te pedir, me dá. Se for brigar, pra quê? Se eu chorar, me anima. Mas se eu sorri é por você, mulher.”
— Projota.
(via allaxg)
“Aqueles que nos amam, nunca nos deixam de verdade.”
— Sirius Black. (via eternue)
“Regra número 1: a saudade sempre volta para apertar o peito e acertar as contas. Ela se infiltra nos meus sonhos, pelas janelas fechadas dos nossos olhos, e fica ali, quietinha, até se apoderar com força descomunal das nossas fraquezas. Acho que é assim que nascem as nossas lágrimas. Lágrima é a nossa saudade em estado líquido.”
— Eu me chamo Antônio. (via versificar)
“Encaixou a mão na nuca, pegou forte pela cintura e puxou pra perto. Ai já era meu bem. Beijo bom é aquele que te faz esquecer até o próprio nome e perder o rumo de casa.”
— João Felipe Araújo (via renunciador)